facebook-icon-color.png instagram-icon-color.png twitter-icon-color.png youtube-icon-color.png tiktok-icon-color.png
Cuiabá, 15 de Janeiro de 2025
15 de Janeiro de 2025

29 de Janeiro de 2024, 09h:27 - A | A

GERAL / APÓS DECISÃO DA JUSTIÇA

ICMBio recebe propostas de concessão do Parque de Chapada dos Guimarães

A suspensão do edital de licitação foi anulada na sexta-feira (26) e com isso foi mantida a audiência  para recebimento de propostas.

RENAN MARCEL
REPÓRTER MT



O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) recebe nesta segunda-feira (29) as propostas do processo de concessão do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães (67 km de Cuiabá).  

O edital de licitação havia sido suspenso por decisão do juiz Cesar Augusto Bearsi, da 3ª Vara Federal Cível, mas, na última sexta-feira (26),  a juíza Rosimayre Gonçalves de Carvalho, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), anulou a decisão do magistrado e manteve a audiência  para recebimento de propostas prevista para esta segunda.

>>> Clique aqui e receba notícias de MT na palma da sua mão

Ela atendeu ao recurso do ICMBio, que alegou não ter cometido qualquer irregularidade ao retificar o edital. No pedido, o órgão apontou ainda que a mudança realizada  não teria efeito ou traria prejuízos na formulação das propostas dos interessados em participar do certame. Para a juíza, a alteração representou apenas "mera  correção de erro material".

Leia mais: Justiça anula decisão e mantém nova licitação para concessão do Parque Nacional de Chapada dos Guimarães

"O ato de exclusão em comento substanciou mera correção de erro material que não teve o condão de comprometer a participação isonômica das empresas interessadas em aderir ao certame em causa”, disse ela na decisão.

A suspensão do edital havia sido solicitada pelo Governo de Mato Grosso, por meio da MT Participações. O Estado apontou prejuízo ao princípio da publicidade por parte do ICMBio, que ao fazer a exclusão não teria restabelecido os prazos. No dia 22 de janeiro, o ICMBio publicou uma errata e excluiu do edital o apêndice que indicava quais seriam os elementos mínimos de projeto básico que deveriam ser executados pela futura concessionária do Parque.

 Segundo a MT Par, a medida prejudica as empresas interessadas na concessão, pois não seria possível fazer os cálculos das propostas com efetividade, o que impactaria no valor da outorga e prejudicaria a expectativa de investimento ao longo dos 30 anos de concessão.

Comente esta notícia