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Cuiabá, 25 de Outubro de 2024
25 de Outubro de 2024

09 de Outubro de 2023, 13h:55 - A | A

PODERES / "RACHADINHA" PETISTA

Por unanimidade, CCJ aprova relatório que pede cassação de Edna Sampaio

A vereadora confessou ter se apropriado da Verba Indenizatória de sua ex-chefe de gabinete Laura Abreu.

DAFFINY DELGADO
DO REPÓRTER MT



A Comissão de Constituição Justiça e Redação (CCJR) da Câmara Municipal de Cuiabá aprovou, na tarde desta segunda-feira (09), de forma unânime, o relatório da Comissão de Ética que pediu a cassação do mandato da vereadora Edna Sampaio (PT), por se apropriar da Verba Indenizatória de sua ex-chefe de gabinete, Laura Abreu.

Em reunião extraordinária, o presidente da CCJR, vereador Jeferson Siqueira (PSD) explicou que o parecer não é sobre o mérito do processo, mas sim sobre a resolução.

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“Nosso parecer não é sobre o mérito do processo que aqui está em pauta, mas da resolução do processo. E nosso parecer aqui é pela aprovação”, declarou.

Agora, o relatório seguirá para o presidente da Casa de Leis, vereador Chico 2000 (PL), que deverá encaminhar para votação em plenário. A expectativa é que o processo seja votado nesta semana.

Leia mais - Comissão de Ética confirma pedido de cassação de Edna Sampaio em novo relatório

O Relatório

Na semana passada, a Comissão de Ética confirmou pedido de cassação do mandato da vereadora petista. O relator, vereador Kássio Coelho disse que ficou comprovado que Edna cometeu crime ao se apropriar da V.I da servidora.

Os vereadores Kero Kero e Rodrigo de Arruda e Sá, presidente da Comissão, acompanharam o voto do relator.

Edna Sampaio tinha prazo de cinco dias para entregar as alegações finais da sua defesa, mas ignorou a Comissão de Ética e não o fez. O prazo se encerrou nesta sexta-feira e a Comissão de Ética encerrou o relatório.

Nos minutos finais, ela tentou mais uma vez anular o processo, afirmando que havia passado prazo regimental de 90 dias, o que foi negado pela Comissão.

"Em nenhum momento a vereadora Edna apresentou defesas dentro do processo. Ela argumentou só hoje, dizendo que o processo já estava decadencial, que já tinha passado o prazo dos 90 dias e pediu a nulidade do processo, mas ela não levou em consideração as pausas no meio do percurso, como o recesso parlamentar", explicou Rodrigo Arruda e Sá.

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